“Da frustração para a realização é só uma questão de… ação!”
(Pensamento para um Hacker…)
Fiquem com Deus.

“Da frustração para a realização é só uma questão de… ação!”
(Pensamento para um Hacker…)
Fiquem com Deus.

Paz.
Enquanto estudava sobre inteligência artificial, parei pra pensar no rumo que essa área está tomando e as suas implicações na sociedade. E vi algo ruim: corremos muito perigo.
Cada vez mais essa ciência avança, encontrando meios de construir sistemas de respostas, baseado no comportamento humano. Chegam a substituir, em vários casos, o trabalho de pessoas “humanas”.
Mas nem falo nisso, porque aquelas máquinas da revolução industrial também acabaram com muitos empregos. O problema, hoje, é diferente: simulação da mente humana.
Desenvolvendo redes neurais artificiais, pesquisadores de várias áreas utilizam essas “ferramentas” para garantir o grau de certeza, como a resposta de um banco de dados criminal, ou o sistema de controle aéreo, ou a informação de dívidas no comércio. Mas se algo ocorrer de errado com esses sistemas, quem questionará a veracidade? Qual loja venderá uma mercadoria a crédito, recebendo uma informação errada de que o cliente possui dívidas em outras lojas? Nenhuma!
Estamos delegando funções de bom senso a máquinas que não o possui! Confiamos em respostas de computadores que, tanto como os humanos, podem falhar.
E ainda mais: quando for possível medir o grau de inteligência desses “seres”, o que acontecerá com os homens que possuírem graus mais baixos? Se acreditamos em meros bancos de dados, desprezando o argumento verdadeiro de inocentes, essas pessoas serão excluídas da sociedade? E para onde irão?
Não sei a resposta destas perguntas, como para várias que coloco nesse blog. Mas se não mudarmos o modo como vemos o nosso mundo e o avanço da tecnologia, o próximo passo da evolução será o “homo sapiens maquinus”.